quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Momentos...


... esquecidos!
 ... imaginados!
... sentidos!
... apressados!
... vividos!
... tocados!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Mata-me!


... de gemidos antes que a fome de TI me mate!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Partilhamos...

... os mesmos movimentos em braille!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Chega TE cá...

 ... que eu tiro TE o fôlego!

domingo, 2 de setembro de 2012

Fantasia ou realidade... o primeiro encontro!

Era chegado o dia combinado, naquele bar à meia luz, onde a música era suave e envolvente. Tinha corrido do emprego, tomado um banho rápido, sem esquecer uma leve massagem com creme para acetinar a pele, deixando-a com uma leve fragância a abacate, detrás da orelha e entre os seios o habitual perfume a rosas brancas selvagens... os cabelos, resolvi apanha-los num sensual rabo de cavalo, ficando a rosto totalmente a descoberto. Eram tantas as frases que me circulavam na cabeça, pelas tantas conversas por chat, sem saber muito bem como me iria comportar, afinal conhecia a voz, conhecia a figura por fotografia, mas nunca sentira a energia da presença. A distância, um impedimento que nos mantinha afastados até ao momento foi anulado por uma viagem profissional tua inesperada... e estava já à porta do bar, quando o telefone tocou...
- Já cheguei! informava aquela voz tão conhecida dos seus ouvidos.
- Onde estás? perguntei eu.
- Mesmo à porta do bar! virei-me no banco do carro, e olhei na tua direcção.
- Já vou ter contigo! respondi nervosa.
Sai do carro, e dirigi-me a ti. Olhava para ti ao mesmo tempo que os meus passos engoliam a distância entre nós. Deslizava lentamente o meu olhar pelo teu semblante de baixo para cima, e parando no teu olhar sorri. Ao aproximar-me de ti, deite-te um beijo na face esquerda e pretendia dar-te outro na outra face, mas ao roçar os meus lábios nos teus foi impossível prosseguir, e as nossas bocas uniram-se num beijo quente, profundo, molhado, carregado de desejo. Os nossos corpos encaixavam-se um no outro como um só, unidos pela bocas que continuam a devorar-se sem conseguir parar. E pelo meio de beijos, e mais beijos, ouvi-te sussurrar baixinho:
- Não te quero largar mais!
E nesse momento as bocas largaram-se para que os corpos se abraçassem fortemente, como desejando fundir-se. Olhaste-me nos olhos e disseste:
- Vamos para outro sitio, ou apetece-te entrar?
- Não... vamos...
De mãos dadas seguimos em direcção ao teu carro, deixando o meu abandonado no estacionamento. Não conseguia para de te olhar enquanto conduzias. A distância parecia longa, mas os minutos pareciam deslizar à mesma velocidade com que a minha mão pousou na tua mão em cima da manete, e lentamente acariciei-a sempre a olhar-te fixamente, comecei a subir a ponta dos dedos suavemente pelo braço. Subi ao ombro, e chegando mais perto do ti, deslizei a mão pela abertura que a mesma tinha no peito, sentindo a maciez da tua pele... circundei os mamilos, desci lentamente ao meio da barriga e voltei para cima, retirando a mão, passando-a para fora do tecido meio acetinado, deslizei até ao cinto, senti o teu desejo mesmo pelo tecido das calças, abri o fecho e metendo a mão senti o teu pulsar na minha mão, e foi nesse instante que fizeste um desvio do carro para fora da estrada, e paraste o carro. Olhaste-me nos olhos, e disseste:
- quero-te minha agora!
E de seguida a tua língua invadia a minha boca com toda a tesão que podia sentir na minha mão, e que eu acariciava num movimento de baixo para cima, de cima para baixo. As tuas mãos subiam pelas minhas pernas descobertas pelo vestido leve e solto de verão, e sem pudor palmilharam os centimetros do joelho até ao fio dental de renda branco que me deixava as nádegas a descoberto.  E sem pudor algum, invadiram-me os lábios internos bem no centro das pernas, fazendo-me estremecer. Passa para o banco de trás, ordenaste. E já deitada no banco de trás, foi a vez da tua língua abandonar a boca, e iniciar a viagem esperada desde o primeiro instante, aquela que a nossa imaginação já tinha percorrido vezes sem conta... subiste um pouco ao ouvido direito e lambeste o interior do lóbulo, fechei os olhos, deixando-me totalmente à tua mercê, arrepiando-me por inteiro, encolhia a barriga, a respiração tornava-se mais ofegante, e lentamente foste descendo até aos seios, apertando-os nas tuas mãos, lambendo-os, apalpando-os, sugando-os fervorosamente, mordiscando os bicos entesados, enquanto eu gemia baixinho de prazer... quanto mais gemia, mais vontade parecia teres em os devorar, alternando o ritmo mais calmo com um mais selvagem, deixando totalmente rendida a ti, e sem fôlego. Ao mesmo tempo, uma das tuas mãos abandonou o seio direito e avançou em direcção ao meio das minhas pernas, penetraste lentamente para o interior  das cuecas e iniciaste uma caricia lenta centrada no clitóris, os gemidos aumentaram de volume, queria mais, e mais... os teus dedos começaram a ficar escorregadios entre os grandes lábios, penetraste-me com um dedo, primeiro lentamente, depois mais rápido, contorcia-me em gemidos de prazer, estava a ensandecer, queria-te dentro de mim... adivinhaste-me o pensamento e desceste dando beijinhos pela barriga, rodeando o umbigo, continuaste a deixar arrepios pelo ventre, ansiava a tua boca molhada entre as minha pernas, e não me fizeste esperar, ainda com um dedo dentro de mim, iniciaste lambidas ritmadas ao clitóris, e lambeste, lambeste, lambeste... sentia-me cada vez mais húmida, o teu dedo entrava e saia cada vez mais rápido e húmido, e a tua língua não me dava tréguas, e desceu ligeiramente à entrada da gruta, mordiscou o clitóris, e esticada penetrou na minha gruta molhada que escorria de humidade. Sentia-me sem forças para resistir à onda de calor que me invadia, para parar o tremor nas pernas, os gemidos que me saiam da boca sem os conseguir controlar, encolhia a ponta dos dedos contra a porta do carro, e tu continuavas deleitado no meu mel, estavas louco de tesão, sentia-o nos teus olhos quando me olhavas, das poucas vezes que abria os olhos. Gemia sem parar, sentia o orgasmo invadir-me com toda a força com que me devoravas. Era tua, estava entregue nas tuas mãos, à tua boca, à tua língua que me invadia sem permissão, queria sentir-te em mim... e foi aí que subiste por mim acima, lambendo o caminho do ventre à boca, e enterraste-o dentro de mim, prolongando a ansiedade por um novo orgasmo. Sentia-me completamente invadida por ti, sussurrava no teu ouvido: - não pares agora! - ao mesmo tempo que sentia cada estocada tua bem no fundo das minhas entranhas. E de repente, agarras-me contra ti, e mudas a posição, sentando-me em cima de ti, dizes: - quero que te venhas em cima de mim!. Virada para ti, abocanhavas-me as mamas, como se as quisesses engolir por inteiro, e eu cavalgava-te loucamente, sentindo o teu membro quente, duro a sair e a entrar de dentro da minha gruta toda encharcada. Sim, era tua, queria sentir-te meu, todo meu, como se o mundo acabasse naquele momento em que nos possuíamos selvaticamente. Em que os corpos respondiam sozinhos aos espasmos sentidos por ambos. Os corpos contraiam-se um contra o outro, os olhos reviravam, e o mundo por momentos deixou de existir... e no final, ficamos assim, no colo um do outro sentindo aquela paz que nos invade cada poro do corpo e da alma... de olhar brilhante, de dedos entrelaçados, sentindo apenas o silêncio da noite de um céu estrelado e lua cheia...





domingo, 26 de agosto de 2012

Apetecia...

... with love and passion!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Miss...


... the touch!
... the kiss!
... the taste!
... the smell!
... the madness!
... the whispers!


Miss...

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Às vezes...


... a loucura esconde-se atrás do desejo!
... o desejo mascara a loucura!

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Apetecia(s) ME!

... na ponta dos dedos derreter!
... no sabor da língua escorregadia enlouquecer!
... no desvairo dos gemidos suar!
... na imensidão entrelaçada dos corpos perder-me!
...