segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Beijo!

Qual a cor de um beijo?
Aquele dado na boca, e sentido no coração?

Diz-me TU!
... a ouvir

sábado, 17 de setembro de 2011

Fantasia ou realidade?... a rendição


Era ainda primavera... mas a noite tinha uma brisa quente como numa noite de verão. Vesti uma saia preta por cima do joelho, esvoaçante e um cai cai branco, justo, delineando cada curva por debaixo de um casaco simples de malha preto. Teus olhos negros olhavam-me como se fosse a primeira vez... incendiados de desejo hipnotizavam-me não deixando que os meus se desviassem um milímetro, bailando entre a vontade e o desejo do toque, das caricias, do incendiar das entranhas mais profundas pelo tempo que demorei a render-me a ti, e o pecado do não dever ser... As palavras foram mais que muitas nos meus ouvidos durante demasiado tempo... provocando, inflamando e aumentando a volúpia que na imaginação revolviam a alma e o corpo pedindo alimento. E naquele dia não havia mais volta atrás e parei de resistir-te, mas principalmente parei de resistir a mim mesma. Sentei-me no teu colo, depois de te livrares das calças, para libertar o que se encontrava preso. Os teus dedos percorriam cada centímetro admirado pelo teu olhar profundo, inquieto, ansioso... e no seguimento desses dedos atrevidos, a boca rapidamente ganhou terreno nesta vasta planície que agora te pertencia, por longos e saboreados minutos, num degustar lento, sentido... os meus dedos deixaram de se conter, e num rasgo de paixão extrema, cobriam de carinhos cada pedaço dessa pele morena, macia como a pele de um menino, embriagando-me nessa vontade irresistível de te amar eternamente... E por minutos, os nossos corpos se fundiram no espaço e se entregaram às almas em chamas, consumidas pelas labaredas desse querer tão profundo, como foi o nosso!... As minhas mãos, a minha boca, o meu corpo... toda eu me rendia ternamente às tuas mãos, à tua boca, ao teu corpo que sofregamente me fazia vibrar vezes seguidas, numa entrada quase irreal no paraíso, alternando entre o passear da tua língua pelo meu pescoço, em beijos arrepiantes,  e os beijos ávidos da tua boca explorando a minha, com que me presenteavas no entremeio desse deslizar de língua que subia ao lóbulo da orelha... A intensidade dos gemidos aumentava, os cheiros se misturavam, o suor escorria pelos corpos, conjugada com a força com as tuas mãos me apartavam a ti num entra e sai suave, enquanto as minhas mãos, te agarravam o rabo para te sentir mais junto, mais dentro, mais dono de mim... E fomos um do outro... naqueles segundos... eternos, que seriam só nossos, e seriam os primeiros e os últimos de uma entrega proibida, escrita na ilusão!...

Aqui fica para o fim de semana!



Bom fim de semana!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Ama-me!

Ama-me com a intensidade
de um relâmpago que rasga os céus...
Ama-me sem medo de te perderes em mim...
Ama-me simplesmente...
Faz-me dar-te o céu...
Faz-me amar-te
da mesma forma que me amo a mim!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Corpetes... adoro!

... será a próxima aquisição!

Usados e abusados no séc. XVI e associados às finas cinturas da época vitoriana, hoje muito mais cómodos e versáteis fazem de novo as delicias do guarda-roupa feminino, tanto em jeito mais intimo como mais formal.

domingo, 11 de setembro de 2011

Na ausência fica...

... o torpor da loucura!
... o desvairo da mente!
... o tesão no corpo!
... o desejo na boca!
... o incendiar dos gemidos!
... o som dos orgasmos!

... resta-me fechar os olhos e imaginar...

sábado, 10 de setembro de 2011

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Dá asas à imaginação!


... que farias?